O que o mercado de seguros espera para o ano de 2018?

Conversamos com lideranças do mercado para saber o que esperar do próximo ano. Leia a seguir:

Mesmo em um cenário com inflação controlada, taxas de juros mais baixas e queda também das taxas de desemprego, o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, prevê que 2018 será um ano mais difícil para o setor. Isso por conta dos ajustes que serão necessários ao mercado para obter resultado operacional, tarefa que a seguradora sob seu comando já realizou.

2018 será um ano de volatilidade, com sinais lentos de melhora da economia”, antecipa Portella, lembrando que as eleições presidenciais devem balançar os ânimos do mercado. Entretanto, ele acredita que a sua companhia não será afetada por estes percalços, uma vez que conseguiu bons resultados mesmo no último período de crise. “O mercado de saúde perdeu quase três milhões de beneficiários e nós continuamos crescendo, comemora.
— Gabriel Portella, presidente da SulAmérica Seguros
Nosso objetivo é a regulamentação do mercado de distribuidores de planos de saúde. Da mesma forma como a Susep e os Sincors organizaram o mercado de seguros, nós queremos ordenar do setor de saúde. Assim, queremos obter melhores condições, mais eficientes e corretas para empresas, funcionários e corretores de planos de saúde e odontológico.

O Sindiplanos é um sindicato patronal. O mercado de planos de saúde amadurece numa velocidade na qual algumas empresas não conseguem acompanhar. Por isso, algumas empresas (corretoras e operadoras), que não conseguem acompanhar as exigências do mercado, vão desaparecer. Quem estiver disposto a se atualizar terá mercado.
— José Silvio Toni, presidente do Sindiplanos
Thomas Cosin